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Relevância da Páscoa
Emanuel Medeiros Vieira
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Mandala de pescador (Laguna-SC)
Fátima Barreto Michels
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Um entardecer na orla de
Santo Antônio de Sambaqui
Celso Martins
Relevância da Páscoa
Emanuel Medeiros Vieira
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Mandala de pescador (Laguna-SC)
Fátima Barreto Michels
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Um entardecer na orla de
Santo Antônio de Sambaqui
Celso Martins
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RELEVÂNCIA DA PÁSCOA
Por EMANUEL MEDEIROS VIEIRA
Por EMANUEL MEDEIROS VIEIRA
O Cristianismo é uma idéia que sai dos limites dos dogmas estabelecidos pelas igrejas que o adotam.
Poucos são os hierarcas e fiéis que têm a consciência das reais da dimensão da mensagem cristã.
“A Encarnação em Cristo, para muitos pensadores, é a assunção da grandeza do homem enquanto homem”.
Na interpretação dos humanistas, o jovem Cristo foi um dos muitos judeus daquele tempo, que, inquietos com a situação política de seu povo, procuravam uma saída para a liberdade.
A Palestina estava sob domínio do Império romano e era tempo de Tibério, representado por Pilatos. O território se dividia em cinco pequenos reinos, depois da morte de Herodes.
Como analisou alguém, como outros fundadores de religiões, a ele se atribui origem divina, correspondendo à necessidade humana de lidar com a finitude, o desaparecimento e a Morte.
“Era necessária a reafirmação da antiga aliança, com a Encarnação, a renovação da promessa mediante um homem de carne e osso, enviado do Absoluto, para pregar o amor – ou seja, a solidariedade essencial entre os homens como pressuposto de sua salvação”.
Sim: Ele é tanto mais o filho de Deus quanto é amigo e irmão de todos os homens.
“O irmão e o amigo a que recorremos, nos rincões de nossa alma, onde se recolhe o sofrimento, porque n’Ele – que é parte de nós mesmos – podemos confessar as humilhações sofridas, o nosso desespero, a nossa desesperança do futuro, o nosso desamor para com o próximo, e contar com o seu consolo e perdão”, como analisa sabiamente Mauro Santayana.
Isso não absolve os erros da Igreja desde Constantino.
Mas Cristo é maior que a Igreja.
Páscoa é Ressurreição.
Cristo está além dos super-mercados da fé, que usam o seu nome para ludibriar e enganar os carentes, os humilhados e ofendidos deste mundo.
A teologia deve ser da esperança, e não da mera prosperidade material.
Importa agora é o Cristo reconciliado com nós mesmos, e não o mau uso do seu nome por impérios religiosos que usam o se nome, arrecadando bilhões.
“Nós podemos contar com Cristo, em qualquer capelinha de estrada, em todos os corações que sofrem”.
Insisto – não esqueçamos: Páscoa é Ressurreição, e nessa capelinha de estrada nos mostramos como nós somos, sem subterfúgios, sem dissimulações, sem hipocrisias.
Nus e desamparados – em busca da verdade.
Poucos são os hierarcas e fiéis que têm a consciência das reais da dimensão da mensagem cristã.
“A Encarnação em Cristo, para muitos pensadores, é a assunção da grandeza do homem enquanto homem”.
Na interpretação dos humanistas, o jovem Cristo foi um dos muitos judeus daquele tempo, que, inquietos com a situação política de seu povo, procuravam uma saída para a liberdade.
A Palestina estava sob domínio do Império romano e era tempo de Tibério, representado por Pilatos. O território se dividia em cinco pequenos reinos, depois da morte de Herodes.
Como analisou alguém, como outros fundadores de religiões, a ele se atribui origem divina, correspondendo à necessidade humana de lidar com a finitude, o desaparecimento e a Morte.
“Era necessária a reafirmação da antiga aliança, com a Encarnação, a renovação da promessa mediante um homem de carne e osso, enviado do Absoluto, para pregar o amor – ou seja, a solidariedade essencial entre os homens como pressuposto de sua salvação”.
Sim: Ele é tanto mais o filho de Deus quanto é amigo e irmão de todos os homens.
“O irmão e o amigo a que recorremos, nos rincões de nossa alma, onde se recolhe o sofrimento, porque n’Ele – que é parte de nós mesmos – podemos confessar as humilhações sofridas, o nosso desespero, a nossa desesperança do futuro, o nosso desamor para com o próximo, e contar com o seu consolo e perdão”, como analisa sabiamente Mauro Santayana.
Isso não absolve os erros da Igreja desde Constantino.
Mas Cristo é maior que a Igreja.
Páscoa é Ressurreição.
Cristo está além dos super-mercados da fé, que usam o seu nome para ludibriar e enganar os carentes, os humilhados e ofendidos deste mundo.
A teologia deve ser da esperança, e não da mera prosperidade material.
Importa agora é o Cristo reconciliado com nós mesmos, e não o mau uso do seu nome por impérios religiosos que usam o se nome, arrecadando bilhões.
“Nós podemos contar com Cristo, em qualquer capelinha de estrada, em todos os corações que sofrem”.
Insisto – não esqueçamos: Páscoa é Ressurreição, e nessa capelinha de estrada nos mostramos como nós somos, sem subterfúgios, sem dissimulações, sem hipocrisias.
Nus e desamparados – em busca da verdade.
(Salvador, abril de 2012)
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Um entardecer na orla de
Sambaqui e Santo Antônio
Sambaqui e Santo Antônio















Fotos: Celso Martins (3.4.2012)
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Começando a
Semana Santa
Por Fátima Barreto Michels
Começando a
Semana Santa
Por Fátima Barreto Michels
...e por isto amigos,
estive nos Molhes da Barra ontem [31.3] ao final da tarde.
Vai procês um mandala* que o pescador desenhou com sua tarrafa.
Mandala em 3 Clics
estive nos Molhes da Barra ontem [31.3] ao final da tarde.
Vai procês um mandala* que o pescador desenhou com sua tarrafa.
Mandala em 3 Clics



(*) Mandala.
1. No tantrismo, diagrama composto de círculos e quadrados concêntricos, imagem do mundo e instrumento que serve à meditação.
P.S.: eu não sabia, mas MANDALA é substantivo masculino (Aurélio virtual)
P.S.: eu não sabia, mas MANDALA é substantivo masculino (Aurélio virtual)

